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Revolut obtém licença bancária na França para expandir operações

A fintech britânica recebeu autorização de reguladores franceses e do Banco Central Europeu para oferecer serviços bancários completos no país.

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Foto: Tech.eu
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10/08 às 06:33 · atualizado 08:04

Pontos principais

  • A licença foi concedida pelo regulador francês ACPR em conjunto com o Banco Central Europeu.
  • A Revolut planeja investir mais de 1 bilhão de euros na região e contratar 600 novos funcionários.
  • A autorização permite a oferta de produtos financeiros locais, incluindo serviços de crédito.
  • A empresa iniciará a migração de clientes para a nova licença pela França, expandindo o modelo para outros mercados europeus.
  • A fintech, avaliada em 115 bilhões de dólares, busca consolidar sua posição como um dos maiores bancos da Europa.

A Revolut, considerada a startup mais valiosa da Europa, obteve uma licença bancária na França, um passo estratégico para fortalecer sua infraestrutura operacional e competitividade no continente. A autorização, concedida pelo regulador francês ACPR e pelo Banco Central Europeu, permite que a fintech britânica amplie significativamente sua oferta de produtos financeiros, incluindo a concessão de empréstimos e serviços bancários personalizados para clientes locais. Este movimento faz parte de um esforço contínuo da companhia para obter licenças bancárias locais em diversas jurisdições europeias, superando desafios regulatórios enfrentados anteriormente em outros mercados.

Como parte de sua estratégia de expansão, a Revolut anunciou planos de investir mais de 1 bilhão de euros na região e realizar a contratação de 600 funcionários. A empresa pretende utilizar a França como ponto de partida para a migração de sua base de clientes para a nova licença, um processo que deverá ser replicado em outros países europeus. Com um valuation de 115 bilhões de dólares, a fintech busca consolidar sua posição como um dos principais players do setor bancário europeu, oferecendo uma gama mais ampla de serviços financeiros e reforçando seus padrões regulatórios na Europa Ocidental.

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