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Marina Silva critica Tarcísio por postura sobre tarifas dos EUA

Candidata ao Senado acusou o governador de São Paulo de priorizar alinhamento com Donald Trump em detrimento dos interesses econômicos do estado.

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Foto: InfoMoney
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09/08 às 21:01 · atualizado 22:02

Pontos principais

  • Marina Silva afirmou que as tarifas impostas pelos EUA causarão prejuízo de US$ 4 bilhões a São Paulo.
  • A candidata criticou Tarcísio de Freitas por declarar que o impacto das tarifas não seria de sua responsabilidade.
  • Marina acusou o governador de se alinhar à postura de Donald Trump em vez de defender a indústria paulista.
  • O embate ocorreu durante o debate eleitoral promovido pela Band, que reuniu os principais candidatos ao governo e ao Senado.
  • Tarcísio de Freitas defendeu que o governo estadual tem adotado medidas, como antecipação de créditos tributários, para mitigar os impactos.
  • O tarifaço americano atinge 23,1% das exportações brasileiras, gerando divergências sobre a resposta diplomática e econômica necessária.

Durante o debate eleitoral promovido pela Band, a candidata ao Senado Marina Silva direcionou críticas ao governador Tarcísio de Freitas em relação à sua postura diante das novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Marina argumentou que o governador tem falhado em proteger os interesses econômicos de São Paulo, sugerindo que ele estaria mais alinhado à política externa de Donald Trump do que às necessidades dos exportadores paulistas. Segundo a candidata, o impacto financeiro das medidas americanas pode chegar a US$ 4 bilhões para a economia do estado.

Em resposta, Tarcísio de Freitas rebateu as críticas afirmando que sua gestão tem implementado ações concretas para atenuar as perdas, como a antecipação de créditos tributários para empresas afetadas. O tema das tarifas, que incidem sobre cerca de 23,1% das exportações brasileiras, tornou-se um ponto central de divergência no debate. Enquanto o governador enfatiza medidas estaduais de mitigação, opositores como Fernando Haddad e Marina Silva questionam a eficácia da resposta e a postura diplomática adotada pelo governo paulista frente ao cenário internacional.

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