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Marina Silva critica Tarcísio por postura sobre tarifas dos EUA

Candidata ao Senado acusa o governador de São Paulo de priorizar alinhamento com Donald Trump em vez de defender os interesses econômicos do estado.

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Foto: InfoMoney
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09/08 às 21:01 · atualizado 22:32

Pontos principais

  • Marina Silva afirmou que as tarifas impostas pelos EUA causarão prejuízo de US$ 4 bilhões a São Paulo.
  • A candidata criticou Tarcísio de Freitas por declarar que o impacto das tarifas não seria de sua responsabilidade.
  • Marina acusou o governador de se alinhar à postura de Donald Trump em detrimento dos interesses paulistas.
  • O embate ocorreu durante o debate eleitoral promovido pela Band, que reuniu os principais candidatos.
  • Tarcísio defendeu que o governo estadual tem adotado medidas, como antecipação de créditos tributários, para mitigar os efeitos do tarifaço.
  • O confronto reflete a divergência política sobre a resposta diplomática e econômica do Brasil frente às novas barreiras comerciais americanas.

Durante o debate eleitoral promovido pela Band, a candidata ao Senado Marina Silva direcionou críticas severas ao governador Tarcísio de Freitas. Segundo Marina, a postura do governador diante das tarifas comerciais impostas pelo governo de Donald Trump demonstra uma falta de defesa dos interesses econômicos de São Paulo, chegando a afirmar que o gestor estaria mais alinhado ao presidente americano do que às necessidades do estado. A candidata estimou que as medidas protecionistas dos EUA podem gerar um prejuízo de cerca de US$ 4 bilhões à economia paulista.

Em resposta, Tarcísio de Freitas sustentou que o governo estadual tem atuado para minimizar os impactos do chamado 'tarifaço', citando a antecipação de créditos tributários como uma das estratégias para apoiar as empresas locais. O debate sobre as tarifas americanas, que atingem 23,1% das exportações brasileiras, tornou-se um ponto central de embate entre os candidatos, evidenciando visões distintas sobre como o estado deve se posicionar frente a pressões externas e à política internacional do governo Trump.

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