Óculos inteligentes da Meta enfrentam críticas por privacidade
Dispositivos da Meta geram revolta pública e são banidos em locais devido a preocupações com gravações não autorizadas e assédio.
Pontos principais
- Usuários relatam reações negativas e casos de assédio ao usar os óculos em público.
- O dispositivo é associado a gravações sem consentimento, gerando preocupações com privacidade.
- Estabelecimentos no Reino Unido, como a rede Wetherspoons, proibiram o uso do acessório.
- A Meta reforça que o produto possui luz LED indicativa e tecnologias contra adulteração.
- A empresa alcançou a marca de 7 milhões de unidades vendidas ao longo de 2025.
Os óculos inteligentes desenvolvidos pela Meta têm enfrentado uma onda de rejeição pública, sendo frequentemente apelidados de "óculos de tarado" por críticos. O dispositivo, que permite a captura de fotos e vídeos, tem sido alvo de polêmicas relacionadas à invasão de privacidade e ao uso indevido para filmar pessoas sem consentimento. Em resposta a esses riscos, diversos estabelecimentos comerciais, incluindo a rede britânica Wetherspoons, proibiram o uso do acessório em suas dependências. A resistência também atinge influenciadores digitais, que relatam episódios de assédio online ao utilizarem o produto em locais públicos. Apesar das controvérsias, a Meta defende a segurança do hardware, destacando a presença de uma luz LED que sinaliza o início das gravações e a implementação de tecnologias para detectar adulterações. Mesmo com a forte pressão social, a companhia reportou a venda de 7 milhões de unidades do dispositivo durante o ano de 2025.
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