Senado dos EUA aprova sanções contra países que compram petróleo russo
Nova legislação autoriza tarifas de até 100% sobre nações que importam combustíveis da Rússia para restringir o financiamento da guerra na Ucrânia.
Pontos principais
- O projeto de lei bipartidário visa penalizar países que mantêm relações comerciais de energia e commodities com a Rússia.
- A medida autoriza o presidente Donald Trump a aplicar tarifas de até 100% sobre produtos de nações importadoras de combustíveis russos.
- O texto amplia sanções contra autoridades, oligarcas e instituições financeiras russas.
- A proposta, batizada em homenagem ao falecido senador Lindsey Graham, segue para votação na Câmara dos Representantes em setembro.
- O Brasil, que importa cerca de 60% de seu diesel da Rússia, observa com cautela os possíveis impactos comerciais da medida.
O Senado dos Estados Unidos aprovou uma legislação bipartidária voltada a endurecer as sanções econômicas contra a Rússia, focando em restringir o financiamento do esforço de guerra na Ucrânia. O projeto autoriza o presidente Donald Trump a impor tarifas de até 100% sobre produtos provenientes de países que continuam importando petróleo, gás e derivados russos. Além das restrições comerciais, a medida amplia sanções contra oligarcas, autoridades e instituições financeiras ligadas ao governo russo. A iniciativa, que homenageia o falecido senador Lindsey Graham, busca aumentar a pressão internacional sobre a economia russa. Embora o texto não cite nações específicas, a medida gera incertezas para países como o Brasil, que mantém uma dependência significativa do diesel russo. O projeto segue agora para análise da Câmara dos Representantes, com votação prevista para setembro.
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