Operação por instrumentos no Campo de Marte não afetará setor imobiliário
O DECEA garante que a nova operação por instrumentos no aeroporto paulistano, prevista para 2026, não trará restrições adicionais a novos prédios.
Pontos principais
- O Aeroporto Campo de Marte adotará Regras de Voo por Instrumentos (IFR) a partir de 15 de setembro de 2026.
- A implementação criou uma zona de proteção de 20 km de raio ao redor do aeródromo para garantir a segurança aérea.
- O DECEA afirma que a taxa de aprovação de projetos imobiliários na região permanece estável e dentro da normalidade.
- Edifícios de grande porte já existentes, como o Edifício Itália, foram validados como seguros sob os novos parâmetros de navegação.
O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) anunciou que a transição do Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, para o modelo de Regras de Voo por Instrumentos (IFR), a partir de 15 de setembro de 2026, não causará impactos negativos ao setor imobiliário local. A mudança operacional, que visa modernizar a segurança do tráfego aéreo na capital paulista, exigiu a criação de uma zona de proteção de 20 km de raio. Apesar da complexidade técnica dos novos procedimentos de navegação, o órgão confirmou que a análise de novos projetos imobiliários segue estável. Além disso, estruturas icônicas da cidade, como o Edifício Itália, foram avaliadas e permanecem em conformidade com os novos requisitos de segurança, garantindo que o desenvolvimento urbano da região não seja prejudicado pela nova configuração do espaço aéreo.
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