Aeroporto Campo de Marte passa a operar por instrumentos em setembro
A partir de 15 de setembro, o aeroporto paulistano permitirá voos em condições climáticas adversas, ampliando a segurança e a eficiência operacional.
Pontos principais
- A transição para regras de voo por instrumentos (IFR) elimina a dependência exclusiva de condições visuais no local.
- A mudança beneficia diretamente a aviação executiva e serviços críticos, como o transporte aeromédico e de órgãos.
- O projeto integra um plano de modernização da Pax Aeroportos, que investiu R$ 120 milhões na infraestrutura.
- Novas construções em um raio de 20 km do aeroporto precisarão de avaliação prévia do DECEA.
O Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, iniciará operações por instrumentos (IFR) a partir de 15 de setembro. O anúncio foi realizado pelo presidente da ANAC, Tiago Faierstein, durante a LABACE 2026. A implementação é um marco para a aviação executiva e para operações de emergência, como o transporte de órgãos e o serviço aeromédico do Grupamento Águia, que frequentemente enfrentavam interrupções devido às condições climáticas. A medida faz parte das obrigações contratuais da concessionária Pax Aeroportos, que destinou R$ 120 milhões para modernizar o terminal. Além das melhorias operacionais, a mudança impacta o setor imobiliário, estabelecendo novas diretrizes para construções civis em um raio de 20 quilômetros, que agora exigirão análise do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) para garantir a segurança das novas rotas de voo.
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