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Brasil é o terceiro país com mais ataques físicos a investidores de cripto

O país ocupa a terceira posição global em crimes violentos contra detentores de ativos digitais, atrás apenas de França e Estados Unidos.

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Foto: InvestNews
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07/08 às 09:32

Pontos principais

  • Brasil figura no terceiro lugar do ranking global de ataques físicos contra investidores de criptomoedas.
  • Criminosos utilizam monitoramento prévio para identificar vítimas com grandes patrimônios em ativos digitais.
  • Ações criminosas incluem invasões domiciliares, sequestros e extorsões para forçar transferências de valores.
  • O valor total roubado em incidentes violentos ao redor do mundo atingiu US$ 30 milhões no primeiro semestre de 2026.

O Brasil consolidou-se como um dos países mais perigosos para investidores de criptoativos, ocupando a terceira posição global em ataques físicos, segundo dados da Chainalysis e da CertiK. O cenário é impulsionado pela crescente popularização desses ativos e pela facilidade com que criminosos identificam vítimas de alto patrimônio por meio de monitoramento prévio. A violência, que se manifesta em sequestros e invasões domiciliares, visa forçar a transferência imediata de fundos digitais, resultando em prejuízos globais que somaram US$ 30 milhões apenas no primeiro semestre de 2026. Diante desse risco, especialistas recomendam a descentralização de carteiras e a máxima discrição sobre a posse de ativos. Enquanto o mercado busca segurança, a regulação do setor permanece em debate, com o Senado dos EUA adiando para setembro a votação da Lei Clarity, que pretende estabelecer um marco regulatório para o ecossistema.

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