Brasil é o terceiro país com mais ataques físicos a investidores de cripto
O país ocupa a terceira posição global em crimes violentos contra detentores de ativos digitais, atrás apenas de França e Estados Unidos.
Pontos principais
- Brasil figura no terceiro lugar do ranking global de ataques físicos contra investidores de criptomoedas.
- Criminosos utilizam monitoramento prévio para identificar vítimas com grandes patrimônios em ativos digitais.
- Ações criminosas incluem invasões domiciliares, sequestros e extorsões para forçar transferências de valores.
- O valor total roubado em incidentes violentos ao redor do mundo atingiu US$ 30 milhões no primeiro semestre de 2026.
O Brasil consolidou-se como um dos países mais perigosos para investidores de criptoativos, ocupando a terceira posição global em ataques físicos, segundo dados da Chainalysis e da CertiK. O cenário é impulsionado pela crescente popularização desses ativos e pela facilidade com que criminosos identificam vítimas de alto patrimônio por meio de monitoramento prévio. A violência, que se manifesta em sequestros e invasões domiciliares, visa forçar a transferência imediata de fundos digitais, resultando em prejuízos globais que somaram US$ 30 milhões apenas no primeiro semestre de 2026. Diante desse risco, especialistas recomendam a descentralização de carteiras e a máxima discrição sobre a posse de ativos. Enquanto o mercado busca segurança, a regulação do setor permanece em debate, com o Senado dos EUA adiando para setembro a votação da Lei Clarity, que pretende estabelecer um marco regulatório para o ecossistema.
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