Analistas projetam forte desempenho da Petrobras no 2T26
Com alta do petróleo e recordes no pré-sal, mercado estima Ebitda de até US$ 19 bilhões e dividendos de US$ 3 bilhões para a estatal no segundo trimestre.
Pontos principais
- A Petrobras divulga seu balanço do 2T26 nesta quinta-feira, após o fechamento do mercado.
- Projeções de analistas indicam um Ebitda entre US$ 18 bilhões e US$ 19 bilhões para o período.
- A expectativa é de distribuição de cerca de US$ 3 bilhões em dividendos ordinários.
- O campo de Búzios consolidou-se como destaque operacional ao superar 1,2 milhão de barris por dia.
- A companhia atingiu um recorde histórico na produção de diesel em julho, totalizando 3,903 bilhões de litros.
- A entrada em operação da plataforma P-79 em maio reforça a perspectiva de crescimento produtivo.
- O desempenho financeiro foi impulsionado pela valorização internacional do petróleo e pela eficiência no refino.
A Petrobras apresenta nesta quinta-feira os resultados financeiros e operacionais referentes ao segundo trimestre de 2026. Analistas de grandes instituições financeiras, como XP, BBI, BBA e Goldman Sachs, projetam um desempenho robusto para a estatal, com estimativas de Ebitda situadas entre US$ 18 bilhões e US$ 19 bilhões. O cenário positivo é sustentado pela combinação da alta nos preços internacionais do petróleo e pelo aumento da eficiência operacional, especialmente no pré-sal, onde o campo de Búzios atingiu a marca recorde de 1,2 milhão de barris por dia. Diante dessa geração de caixa, o mercado espera a distribuição de aproximadamente US$ 3 bilhões em dividendos ordinários aos acionistas. Além do sucesso na exploração, a companhia tem focado na otimização de seu parque de refino. Em julho, a Petrobras registrou um recorde histórico na produção de diesel, alcançando 3,903 bilhões de litros. Segundo o diretor William França, a estratégia visa aumentar a confiabilidade das instalações e reduzir a dependência de importações, embora o Brasil ainda precise recorrer ao mercado externo para suprir a demanda interna. A entrada em operação da plataforma P-79, iniciada em maio, também é apontada como um fator determinante para a manutenção do ritmo de crescimento produtivo da empresa ao longo do ano.
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