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Desempenho da Petrobras em anos eleitorais não segue padrão fixo

Levantamento histórico mostra que ações da Petrobras oscilam conforme cenário político e preço do petróleo, com alta média de 11,5% em anos de eleição.

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Foto: InfoMoney
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18/09 às 05:45

Pontos principais

  • Dados de 2002 a 2022 mostram que a Petrobras teve três anos de alta e três de queda em períodos eleitorais.
  • O desempenho das ações tende a ser mais forte no ano seguinte às eleições, com valorização média de 40,3%.
  • Fatores como política de preços, alocação de capital e cotação do petróleo são determinantes para o valor da companhia.
  • Analistas apontam que a Petrobras chega a 2026 com tendência de alta, mas sob risco de intervenções políticas.

Um levantamento histórico sobre o comportamento das ações da Petrobras entre 2002 e 2022 revela que o desempenho da estatal em anos eleitorais não apresenta um padrão fixo. Durante esse período, a empresa registrou três anos de valorização e três de queda, alcançando uma média de alta de 11,5%. Historicamente, o mercado reage de forma mais positiva no ano subsequente às eleições, quando a média de valorização das ações sobe para 40,3%.

Para o ciclo de 2026, especialistas indicam que a Petrobras mantém uma tendência de alta, impulsionada pelo suporte do preço do petróleo. Contudo, o cenário permanece sensível a riscos relacionados à política de preços de combustíveis e à alocação de capital. O analista Bruno Marin ressalta que a natureza do risco político mudou ao longo das décadas, alternando entre preocupações com intervenções diretas na gestão e a estabilidade das políticas econômicas da companhia.

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