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Pesquisadores confirmam origem da Cratera de Colônia por asteroide

Estudo da USP identifica minerais deformados na zona sul de São Paulo, encerrando debates sobre a formação da estrutura geológica de 3,6 km.

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Foto: Jornal da USP
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06/08 às 09:35

Pontos principais

  • Pesquisadores da USP identificaram zircões chocados na Cratera de Colônia.
  • A análise microscópica revelou alterações estruturais causadas por pressões extremas de impacto.
  • A descoberta confirma que a cratera de 3,6 quilômetros foi formada por um asteroide.
  • O estudo encerra um longo debate científico sobre a origem da estrutura na capital paulista.

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) confirmaram que a Cratera de Colônia, localizada na zona sul da capital paulista, foi formada pelo impacto de um asteroide. A conclusão foi possível após a identificação de zircões chocados, minerais que apresentam deformações estruturais características de pressões extremas, típicas de eventos de alta energia. Com 3,6 quilômetros de diâmetro, a estrutura é um marco geológico relevante na região, mas sua origem exata era alvo de discussões acadêmicas há anos. A evidência mineralógica agora estabelecida encerra o debate científico, consolidando a cratera como um sítio de impacto confirmado. A descoberta reforça a importância da região para estudos geológicos e amplia o conhecimento sobre a história de impactos espaciais que moldaram o território brasileiro.

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