Nvidia estuda reduzir memória da GPU Rubin Ultra por escassez de HBM
Para contornar a falta de chips de memória de alta largura de banda, a Nvidia testa versões alternativas de sua próxima GPU com menor capacidade.
Pontos principais
- A Nvidia avalia reduzir a capacidade de memória da futura GPU Rubin Ultra.
- Pelo menos três versões alternativas do chip estão sendo testadas pela companhia.
- A medida visa mitigar os desafios na cadeia de suprimentos de chips HBM.
- A estratégia busca manter o cronograma de lançamento diante da escassez de componentes críticos.
A Nvidia está considerando reduzir a capacidade de memória de sua próxima geração de processadores gráficos, a Rubin Ultra, como uma estratégia para contornar a escassez global de chips de memória de alta largura de banda (HBM). Segundo informações do setor, a empresa já iniciou testes com pelo menos três versões alternativas do hardware que possuem especificações de memória inferiores às planejadas originalmente. A escassez de HBM tem se tornado um gargalo crítico para a produção de hardware voltado a inteligência artificial de alto desempenho, forçando a companhia a buscar flexibilidade no design de seus produtos. Ao ajustar as especificações técnicas, a Nvidia pretende garantir a viabilidade da produção em larga escala e assegurar que o cronograma de lançamento da nova linha de GPUs seja cumprido, mesmo diante das limitações impostas pela cadeia de suprimentos atual.
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