CEO da Revolut negocia plano de ações com meta de US$ 500 bi
Nik Storonsky discute novo pacote de remuneração atrelado a uma meta de valuation de 500 bilhões de dólares para a fintech.
Pontos principais
- O plano de incentivo segue um modelo de metas de avaliação similar ao utilizado por Elon Musk na Tesla.
- A Revolut foi avaliada em 115 bilhões de dólares em uma rodada de venda secundária recente.
- A meta de 500 bilhões de dólares colocaria a fintech em um patamar de valorização comparável ao da Visa.
- O acordo societário em discussão visa alinhar o crescimento global da empresa aos interesses do CEO.
O CEO da fintech Revolut, Nik Storonsky, está em negociações para estabelecer um novo plano de incentivo de ações que estabelece uma meta de valuation de 500 bilhões de dólares para a companhia. O modelo proposto, que busca estruturar a remuneração com base em marcos de valor de mercado, assemelha-se à estratégia adotada por Elon Musk na Tesla. Atualmente, a empresa já possui um plano que prevê o aumento da participação acionária de Storonsky para 40% caso o valor de mercado atinja 200 bilhões de dólares.
A iniciativa ocorre em um momento de expansão acelerada da Revolut, que recentemente obteve licenças bancárias no Reino Unido e na Austrália, além de registrar alta em lucros e receitas. A busca por essa nova avaliação reflete a ambição da fintech em consolidar sua posição no setor financeiro global, aproximando seu valor de mercado ao de gigantes como a Visa.
