Renan Santos defende desvinculação de gastos e diálogo com Centrão
Candidato à Presidência propõe fatiar PEC fiscal e admite negociar com o Centrão para viabilizar sua governabilidade caso seja eleito em 2026.
Pontos principais
- Renan Santos defendeu a desvinculação de recursos obrigatórios destinados à saúde e à educação.
- O candidato propôs a desindexação de benefícios sociais atrelados ao salário mínimo.
- Santos afirmou que pretende fatiar a PEC Fiscal para facilitar a aprovação das medidas no Congresso Nacional.
- O presidenciável declarou que buscará diálogo com o Centrão, apesar de críticas anteriores ao grupo político.
- As declarações foram feitas durante sabatina realizada pelos jornalistas Natuza Nery e Andréia Sadi.
Em entrevista ao g1 e à GloboNews, o candidato à Presidência Renan Santos detalhou sua estratégia econômica e política para um eventual mandato a partir de 2026. O presidenciável defendeu uma reforma estrutural nas contas públicas, propondo a desvinculação de gastos obrigatórios em áreas como saúde e educação, além da desindexação de benefícios atrelados ao salário mínimo. Para viabilizar essas mudanças, Santos afirmou que pretende fatiar a PEC Fiscal, estratégia que visa facilitar a tramitação e aprovação das propostas no Congresso Nacional. Questionado sobre a governabilidade, o candidato reconheceu a necessidade de dialogar com o Centrão, sinalizando uma postura pragmática em relação à composição política. As propostas integram a série de sabatinas com os principais postulantes ao Palácio do Planalto, evidenciando os desafios fiscais e de articulação que o próximo governo deverá enfrentar.
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