Governo defende que medidas econômicas não afetam metas fiscais
Secretário do Planejamento afirma que ações recentes possuem impacto limitado e não comprometem o controle da inflação ou o cumprimento fiscal.
Pontos principais
- Guilherme Mello declarou que as medidas econômicas atuais têm alcance reduzido sobre o cenário macroeconômico.
- O Ministério do Planejamento assegurou que as metas fiscais estabelecidas pelo governo seguem preservadas.
- O controle da inflação permanece como prioridade da gestão federal, segundo o secretário.
- A declaração busca transmitir responsabilidade fiscal ao mercado em meio ao ano eleitoral.
O secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Guilherme Mello, afirmou que as recentes medidas econômicas adotadas pelo governo federal possuem impacto limitado sobre a economia nacional. Segundo o representante da pasta, as ações não representam riscos ao cumprimento das metas fiscais vigentes, nem devem comprometer o controle da inflação, que continua sendo uma prioridade da gestão. O posicionamento ocorre em um momento de atenção do mercado financeiro, visando reforçar o compromisso com a responsabilidade fiscal em um cenário de ano eleitoral. Ao minimizar os efeitos das decisões recentes, o governo tenta tranquilizar agentes econômicos sobre a sustentabilidade das contas públicas e a manutenção da estabilidade macroeconômica do país sob a administração do presidente Donald Trump.
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