Casa Branca conclui framework de avaliação de IA e não vai publicá-lo
O texto cobre só modelos de código fechado, prevê revisão governamental de 30 dias e ficará restrito às empresas que aderirem.
Pontos principais
- O framework foi revisado com a indústria na terça-feira, 4 de agosto, em reuniões de nível técnico.
- Define "modelo de fronteira coberto" como modelo fechado com capacidades de ponta e riscos à segurança nacional, sem dizer o que conta como cada coisa.
- Modelos abertos estão excluídos; o texto diz que nada nele restringe modelos abertos depois de liberados.
- Durante os 30 dias de revisão pré-lançamento, os modelos ficariam em ambientes de alta segurança, com registros de acesso.
- A Casa Branca não pretende divulgar o framework publicamente; os detalhes ficam com o grupo que optar por participar.
- Na prática, espera-se que afete principalmente OpenAI, Anthropic e Google.
O framework decorre da ordem executiva de Trump de 2 de junho, que determinou às agências federais criar um processo voluntário para que desenvolvedores determinem se seus modelos se qualificam como "modelos de fronteira cobertos". A ordem afirma que participar não cria exigência de licenciamento, pré-autorização ou permissão obrigatória para o desenvolvimento de IA, e torna classificado o processo de benchmarking de cibersegurança. A National Security Agency está entre as agências que supervisionam esse processo.
A revisão envolveria vários funcionários do governo, em vez de um único escritório ou agência, e o acesso de servidores aos modelos seria limitado. Na terça-feira, as empresas foram incentivadas a compartilhar modelos o mais próximo possível do lançamento público, em vez de versões em estágio inicial. Empresas não convidadas às reuniões seguem sem informação, e muitas com sistemas menos avançados devem ficar de fora.
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