Pix expande presença internacional por meio de soluções de fintechs
O sistema brasileiro de pagamentos já é aceito em diversos países através de parcerias com fintechs, enquanto o Banco Central avalia integração global.
Pontos principais
- Fintechs brasileiras viabilizam o uso do Pix no exterior com conversão automática de valores para o real.
- O serviço já funciona em países da América Latina, nações europeias e nos Estados Unidos.
- O Banco Central estuda a integração oficial do sistema com a plataforma Nexus, do Banco de Compensações Internacionais.
- Transações internacionais via Pix incluem a cobrança de IOF e utilizam QR Codes compatíveis com redes locais.
- A expansão global do sistema enfrenta desafios regulatórios e críticas pontuais da gestão de Donald Trump.
O sistema Pix, criado pelo Banco Central do Brasil, tem ampliado sua utilidade para além das fronteiras nacionais por meio de soluções desenvolvidas por fintechs. Embora ainda não exista uma versão oficial do Pix internacional, empresas do setor financeiro criaram mecanismos que permitem pagamentos em estabelecimentos comerciais no exterior, realizando a conversão automática dos valores para o real. A tecnologia já está disponível em diversos países da América Latina, na Europa e nos Estados Unidos, utilizando QR Codes compatíveis e a incidência de IOF nas operações. Paralelamente, o Banco Central trabalha na análise de uma integração oficial com a plataforma Nexus, do Banco de Compensações Internacionais, visando facilitar transações transfronteiriças. Apesar do avanço, a expansão do modelo enfrenta desafios regulatórios e observações críticas por parte do governo do presidente Donald Trump, que monitora a implementação de sistemas de pagamentos estrangeiros em território americano.
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