Compras de stablecoins por brasileiros dobram e atingem US$ 14,7 bilhões
Volume de aquisições de stablecoins no exterior cresceu 130% no primeiro semestre de 2026, impulsionado pela busca por paridade com o dólar.
Pontos principais
- O volume de compras de stablecoins no exterior subiu 130% no primeiro semestre de 2026 frente ao mesmo período de 2025.
- Stablecoins representam mais de 80% do volume mensal de negociações de criptoativos no Brasil, segundo a Receita Federal.
- O Banco Central avalia a retenção preventiva de transferências com stablecoins por até 24 horas para análise de risco.
- O mercado de ativos tokenizados no Brasil registrou R$ 4,84 bilhões em emissões nos primeiros seis meses de 2026.
Dados divulgados pelo Banco Central indicam uma expansão expressiva no uso de stablecoins por brasileiros, com o volume de aquisições no exterior atingindo US$ 14,7 bilhões no primeiro semestre de 2026. O crescimento de 130% em relação ao ano anterior reflete a preferência por ativos digitais que mantêm paridade com moedas fiduciárias, como o dólar. A Receita Federal aponta que esses ativos já dominam mais de 80% das negociações de criptoativos no país. Diante da alta liquidez e do volume transacionado, o Banco Central estuda implementar medidas de segurança, incluindo a retenção preventiva de transferências por até 24 horas para análise de risco. Paralelamente, o setor de ativos tokenizados segue em trajetória de alta, com R$ 4,84 bilhões emitidos no período, consolidando a digitalização de ativos financeiros no mercado brasileiro.
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