Gustavo Petro reafirma denúncias de fraude antes da posse na Colômbia
Às vésperas da posse de Abelardo de la Espriella, o presidente Gustavo Petro insiste em alegações de fraude eleitoral e alerta para risco de conflito.
Pontos principais
- Gustavo Petro contesta o resultado das eleições presidenciais de junho, vencidas pelo conservador Abelardo de la Espriella.
- O presidente em fim de mandato alega a ocorrência de uma fraude eleitoral algorítmica e sistemática no segundo turno.
- Petro classificou a futura gestão como um governo ilegítimo e manifestou preocupação com a possibilidade de uma guerra civil.
- A bancada de esquerda anunciou boicote à cerimônia de posse e convocou manifestações em diversas cidades do país.
- A cerimônia de posse de Abelardo de la Espriella, que conta com o apoio do presidente dos EUA, Donald Trump, ocorrerá em Cali.
O presidente colombiano Gustavo Petro reafirmou, às vésperas da cerimônia de posse, suas denúncias de fraude nas eleições presidenciais de junho. O pleito, que resultou na vitória do conservador Abelardo de la Espriella por uma margem estreita, é alvo de contestações por parte do atual mandatário, que alega a existência de um esquema de fraude algorítmica. Petro classificou a ascensão de seu sucessor como a instalação de um governo ilegítimo e alertou para o risco de uma guerra civil diante da insatisfação popular.
Em resposta ao cenário de transição, a bancada de esquerda, liderada por Iván Cepeda, confirmou que boicotará a posse e organizou protestos em várias cidades. O evento, que tradicionalmente ocorre em Bogotá, será realizado em Cali e conta com o apoio explícito do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A tensão política marca o encerramento do mandato de Petro e gera incertezas sobre a estabilidade institucional do país.
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