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Calor extremo no Japão reduz produtividade de trabalhadores

Pesquisa aponta que a fadiga de verão afeta o desempenho profissional de mais de 60% dos funcionários japoneses impactados pelo clima.

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Foto: Época Negócios
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04/08 às 19:02

Pontos principais

  • Estudo da Mynavi ouviu 20 mil funcionários sobre os impactos do calor extremo em 2025.
  • Cerca de 38,1% dos entrevistados relataram sofrer com a fadiga de verão, conhecida como natsubate.
  • A maioria dos afetados (64,4%) afirmou que o mal-estar prejudicou diretamente seu desempenho no trabalho.
  • Embora 70,2% dos trabalhadores tenham sentido necessidade de folga, menos de 40% conseguiram se afastar de suas funções.

Uma pesquisa realizada pela empresa Mynavi revelou que o calor extremo no Japão tem gerado impactos significativos na rotina corporativa do país em 2025. O fenômeno, popularmente chamado de natsubate, causa sintomas como exaustão intensa, falta de motivação e perda de apetite, afetando 38,1% dos 20 mil entrevistados. A queda na produtividade é um ponto de preocupação, visto que 64,4% dos trabalhadores que sentiram os efeitos do clima relataram uma redução direta em seu rendimento profissional. O levantamento também destaca uma dificuldade estrutural no ambiente de trabalho japonês: apesar de a grande maioria dos afetados sentir necessidade de repouso, menos de 40% conseguiram obter licença ou folga para recuperação. Esse cenário evidencia os desafios enfrentados pelas empresas locais em adaptar suas operações e políticas de bem-estar frente ao agravamento das condições climáticas.

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