Acordo de R$ 6,6 bilhões para socorro ao BRB avança
A governadora Celina Leão afirma que o resgate do BRB está na fase final de estruturação com um consórcio de bancos coordenado pelo Banco do Brasil.
Pontos principais
- O plano de capitalização de R$ 6,6 bilhões visa cobrir prejuízos bilionários ligados a operações com o Banco Master.
- A operação foi homologada pelo ministro Luiz Fux, do STF, e conta com suporte do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
- Bancos privados demonstram cautela na adesão ao consórcio devido a riscos jurídicos envolvendo as contragarantias do Distrito Federal.
- O caso é objeto de investigações da Polícia Federal sobre possíveis fraudes na gestão do banco público brasiliense.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, confirmou que o acordo para o socorro financeiro de R$ 6,6 bilhões ao Banco de Brasília (BRB) está próximo de ser concluído. O processo, que já foi homologado pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, depende agora da finalização do consórcio de bancos coordenado pelo Banco do Brasil para fornecer as garantias necessárias. A capitalização é considerada essencial para sanar os prejuízos bilionários decorrentes de operações malsucedidas com o Banco Master, que também são alvo de investigações da Polícia Federal. Embora a governadora tenha oficializado sua candidatura à reeleição prometendo a recuperação da instituição, bancos privados mantêm cautela em relação à operação. A resistência do setor financeiro deve-se, principalmente, a preocupações com a segurança jurídica das contragarantias oferecidas pelo governo distrital para viabilizar o aporte.
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