Startup de IA é criticada após condicionar entrevistas a tatuagens
A LemonLime ofereceu entrevistas de emprego a candidatos que tatuassem o logo da empresa, gerando forte reação negativa nas redes sociais.
Pontos principais
- O cofundador Jordan Zietz propôs tatuar o logo da marca como requisito para entrevistas.
- Sete candidatos aceitaram a oferta durante um evento após o Startup School.
- A prática foi comparada a marcar gado e gerou críticas sobre ética corporativa.
- Zietz pediu desculpas e se ofereceu para custear a remoção das tatuagens a laser.
- A empresa manteve os candidatos tatuados no processo seletivo para vagas de engenharia e IA.
A startup de inteligência artificial LemonLime tornou-se alvo de intensas críticas após seu cofundador, Jordan Zietz, condicionar a realização de entrevistas de emprego à aplicação de tatuagens com o logotipo da companhia. O episódio ocorreu durante um evento realizado após o Startup School, da Y Combinator, onde sete candidatos aceitaram a proposta. A iniciativa provocou uma onda de repercussão negativa, com usuários nas redes sociais comparando a prática a métodos de marcação de gado, levantando questionamentos sobre os limites éticos nas relações entre empresas e potenciais funcionários. Diante da polêmica, Zietz emitiu um pedido de desculpas público e ofereceu custear a remoção das tatuagens a laser para os participantes. Apesar da controvérsia, a LemonLime confirmou que os candidatos envolvidos seguem no processo seletivo para posições nas áreas de engenharia e IA.
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