Adriana Degreas estuda transferir produção para Colômbia após tarifas dos EUA
Marca brasileira avalia mudar polo fabril para a Colômbia para evitar sobretaxas de até 37,5% impostas pelos Estados Unidos às exportações nacionais.
Pontos principais
- A grife de moda praia enfrenta tarifas de exportação de até 37,5% para o mercado americano.
- Os Estados Unidos correspondem a 45% do volume total de exportações da companhia.
- A transferência da produção é vista como uma estratégia de sobrevivência e manutenção de competitividade.
- A medida busca contornar o cenário de protecionismo comercial que impacta as margens da empresa.
A grife brasileira Adriana Degreas está avaliando a transferência de parte de sua produção para a Colômbia como uma medida estratégica para enfrentar o recente aumento nas tarifas de exportação impostas pelos Estados Unidos. Com sobretaxas que podem atingir 37,5%, a marca busca alternativas para preservar sua viabilidade financeira no mercado americano, que atualmente representa 45% do volume total de suas exportações. A fundadora da empresa destacou que a mudança de polo fabril é uma resposta direta ao cenário de protecionismo comercial, visando manter a competitividade dos produtos brasileiros no exterior. A decisão reflete o desafio enfrentado por empresas nacionais que dependem do mercado dos EUA e buscam adaptar suas cadeias de suprimentos para mitigar os impactos de barreiras tarifárias impostas sob a gestão do presidente Donald Trump.
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