TCE-RJ amplia fiscalização sobre investimentos do Rioprevidência
Tribunal investiga R$ 118 milhões aplicados pelo fundo de servidores do Rio em dezembro de 2025 sob suspeita de irregularidades.
Pontos principais
- A investigação do TCE-RJ agora abrange operações com o Banco Genial, Mirae Asset e Banco Digimais, além do Banco Master.
- O tribunal questiona a regularidade de aportes realizados entre 24 e 29 de dezembro de 2025.
- Há suspeitas de que recursos foram destinados a fundos sem o devido credenciamento junto ao órgão previdenciário.
- O deputado estadual Luiz Paulo foi um dos responsáveis por encaminhar denúncias sobre as movimentações ao tribunal.
- O Rioprevidência afirmou que prestou todos os esclarecimentos solicitados pelo TCE-RJ dentro dos prazos legais.
O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) intensificou a fiscalização sobre as aplicações financeiras do Rioprevidência, fundo responsável pela previdência dos servidores estaduais. A auditoria, que inicialmente concentrava-se em operações com o Banco Master, foi expandida para incluir movimentações realizadas junto ao Banco Genial, Mirae Asset e Banco Digimais. O foco do tribunal recai sobre aportes que totalizaram aproximadamente R$ 118 milhões, realizados nos últimos dias de dezembro de 2025. A principal suspeita é que parte desses recursos tenha sido alocada em fundos que não possuíam o credenciamento obrigatório junto ao órgão previdenciário no momento das transações. O caso ganhou tração após denúncias encaminhadas pelo deputado estadual Luiz Paulo. Em nota, o Rioprevidência informou que tem colaborado com as autoridades e que respondeu a todos os questionamentos técnicos apresentados pelo TCE-RJ dentro dos prazos estabelecidos.
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