Perícia afasta suspeita de vazamento de dados biométricos na Serasa
Investigação da Polícia Civil de São Paulo e perícia judicial indicam que não houve comprometimento de dados biométricos envolvendo a Serasa Experian.
Pontos principais
- Documentos de perícia judicial contestam as alegações de vazamento feitas pela empresa Unico.
- Depoimentos colhidos pela Polícia Civil de São Paulo reforçam a integridade dos registros sob custódia da Serasa.
- O caso apura denúncias sobre a segurança de milhões de dados biométricos armazenados pelas companhias.
- As conclusões preliminares contrariam a tese de falha de segurança apresentada pela Unico.
Uma perícia judicial e depoimentos colhidos pela Polícia Civil de São Paulo indicaram a inexistência de vazamento de dados biométricos envolvendo a Serasa Experian. A investigação foi iniciada após denúncias formais feitas pela empresa Unico, que alegava falhas de segurança no tratamento de informações sensíveis sob custódia da Serasa. Os documentos técnicos apresentados no processo, somados aos relatos prestados às autoridades, sustentam que os registros biométricos de milhões de usuários permanecem protegidos e não foram comprometidos. O caso ganha relevância por envolver a segurança de dados de identificação pessoal em larga escala, um tema crítico para a proteção de privacidade no setor financeiro brasileiro. Com as novas evidências, a tese de vazamento perde força, enquanto as autoridades seguem com a apuração para esclarecer definitivamente as circunstâncias das acusações feitas pela Unico.
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