Apple pode cobrar por recursos avançados da nova Siri com IA
A Apple planeja monetizar a nova versão da Siri via assinaturas do iCloud+ para compensar os altos custos de processamento da inteligência artificial.
Pontos principais
- A nova Siri utiliza modelos do Google Gemini para processar informações de forma avançada.
- A cobrança deve ser integrada ao ecossistema de assinaturas do iCloud+.
- A Apple justifica a medida pelos elevados custos computacionais da tecnologia de IA.
- Recursos de segurança residencial no próximo iOS também exigirão assinatura paga.
- A atualização da assistente está em fase beta e tem lançamento previsto para o outono no hemisfério norte.
O CEO da Apple, Tim Cook, sinalizou que a empresa pode adotar um modelo de cobrança para o uso da nova versão da Siri, impulsionada por inteligência artificial. A estratégia visa cobrir os elevados custos computacionais necessários para sustentar a tecnologia, que integra modelos do Google Gemini para oferecer processamento de dados mais complexo. A expectativa é que o acesso a essas funcionalidades seja incluído nos planos de assinatura do iCloud+, reforçando a estratégia da companhia de expandir sua receita recorrente por meio de serviços.
Além da assistente de voz, a Apple confirmou que outros recursos, como ferramentas de segurança residencial presentes no futuro iOS, também serão restritos a usuários pagantes. Atualmente em fase de testes beta, a nova Siri representa uma atualização significativa para o ecossistema da marca, com lançamento oficial programado para o outono no hemisfério norte.
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