Apple aposta cerca de US$1 bilhão por ano em modelo Gemini personalizado e estreia framework Extensions no iOS 27, dois anos atrasada.
A Apple abriu o WWDC 2026 em Cupertino apresentando a maior virada da Siri desde sua criação: a assistente passa a rodar sobre um modelo Gemini personalizado fornecido pelo Google em parceria estimada em cerca de US$1 bilhão por ano. A virada chega dois anos atrasada — a empresa havia prometido o redesenho no WWDC 2024, usou as promessas em anúncios do iPhone 16, e acabou pagando US$250 milhões para encerrar ação por propaganda enganosa.
No iOS 27, o novo framework Extensions permite que qualquer chatbot baixado da App Store se acople à Siri, ao Writing Tools e ao Image Playground. A Siri ganha aplicativo próprio com histórico persistente, upload de arquivos e modos de voz e texto, e aparece como animação luminosa na Dynamic Island que se expande em um card de resultados. A Câmera estreia o Visual Intelligence com busca por imagem do Google, e o app Fotos deve receber extensão de cena, remoção de objetos e edição por linguagem natural.
A Bloomberg's Mark Gurman reportou que executivos seniores da Apple, excluído o CEO Tim Cook, realizaram uma reunião secreta no começo de 2025 para discutir o quão atrás estavam em IA e traçar o caminho de retorno cujos resultados são apresentados agora.
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