Anac cria nova superintendência para fiscalizar drones no Brasil
Com o salto para 126 mil drones registrados, a Anac atualiza normas e foca no risco operacional para intensificar a fiscalização do setor.
Pontos principais
- O número de drones registrados no Brasil cresceu de 7.358 em 2022 para mais de 126 mil em 2025.
- A nova regulamentação substitui o critério de peso do equipamento pelo de risco operacional.
- As operações foram divididas em três categorias: Aberta, Específica e Certificada.
- A Anac estabeleceu um período de transição de até dois anos para a adequação dos operadores às novas regras.
- A agência extinguirá a Superintendência de Fiscalização e Investigação para otimizar recursos.
Diante do crescimento exponencial do uso de drones no país, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou a criação de uma nova superintendência dedicada exclusivamente à aviação geral e ao setor de drones. A medida visa otimizar a fiscalização e a gestão de um mercado que registrou um aumento expressivo nos últimos três anos, passando de pouco mais de 7 mil equipamentos em 2022 para 126 mil em 2025. Para modernizar o controle, a agência abandonou o critério baseado no peso dos aparelhos, adotando agora o risco operacional como parâmetro principal para as operações, que foram classificadas em categorias Aberta, Específica e Certificada. A reestruturação administrativa inclui a extinção da Superintendência de Fiscalização e Investigação para melhor alocação orçamentária. Operadores terão um prazo de até dois anos para se adequarem às novas exigências normativas.
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