Quase metade dos jovens argentinos vive em vulnerabilidade social
Pesquisa da Universidade de Buenos Aires aponta que 48,9% dos jovens entre 18 e 29 anos enfrentam desemprego, informalidade e falta de acesso à saúde.
Pontos principais
- Cerca de 4,1 milhões de jovens argentinos estão em situação de vulnerabilidade social.
- Apenas 15% dos jovens trabalhadores possuem empregos formais no país.
- A taxa de jovens que não estudam, não trabalham e não buscam ocupação chega a 32%.
- Mais de 70% dos entrevistados relatam sofrer com ansiedade, enquanto 50% enfrentam depressão.
- A maioria dos jovens, cerca de 78%, depende exclusivamente do sistema público de saúde.
Um estudo recente da Universidade de Buenos Aires revelou um cenário crítico para a juventude argentina, com 48,9% da população entre 18 e 29 anos vivendo em condições de vulnerabilidade social. O levantamento destaca a precariedade no mercado de trabalho, onde apenas 15% dos jovens ocupados possuem contratos formais, enquanto 32% compõem o grupo que não estuda, não trabalha e não busca inserção profissional. Além dos desafios econômicos, a pesquisa aponta uma crise de saúde mental significativa, com altos índices de ansiedade e depressão entre os entrevistados. A falta de infraestrutura básica também é um fator determinante, visto que 78% dos jovens não possuem plano de saúde e 40% residem em áreas consideradas inseguras. Estes dados evidenciam as dificuldades estruturais enfrentadas por milhões de argentinos na transição para a vida adulta, impactando diretamente o desenvolvimento socioeconômico do país.
Comentários
Carregando comentários...
