Governo do Rio de Janeiro determina recadastramento de armas de uso restrito
Decreto exige que polícias do RJ recadastrem fuzis e submetralhadoras cedidos a terceiros para ampliar a fiscalização sobre o armamento estadual.
Pontos principais
- A medida abrange fuzis, carabinas e submetralhadoras acauteladas a pessoas físicas, jurídicas ou órgãos públicos.
- Corporações têm prazo de 30 dias para entregar um relatório detalhado sobre o status e possíveis irregularidades ao governador.
- O governo estadual planeja instituir um sistema de recadastramentos periódicos para reforçar a governança.
- A decisão foi motivada pela prisão do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, flagrado com um fuzil em operação da Polícia Federal.
O governo do Rio de Janeiro publicou um decreto que estabelece o recadastramento obrigatório e extraordinário de armas de uso restrito pertencentes às polícias Militar e Civil. A determinação foca em armamentos como fuzis, carabinas e submetralhadoras que foram cedidos a terceiros, incluindo pessoas físicas, jurídicas ou outras entidades públicas. O objetivo central da medida é elevar o controle e a governança sobre o arsenal do Estado, garantindo que o armamento esteja devidamente registrado e sob custódia adequada. As corporações possuem um prazo de 30 dias para apresentar um relatório completo sobre a situação atual das armas e eventuais irregularidades encontradas. A iniciativa ganhou urgência após a prisão do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, encontrado com um fuzil durante uma operação da Polícia Federal. Além do inventário imediato, o governo busca estruturar um modelo de recadastramento periódico para evitar desvios futuros.
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