Grupos ambientais pedem que EPA rejeite novo PFAS para datacenters
Coalizão solicita à EPA que negue o uso de novo composto químico da Chemours para resfriar datacenters, citando riscos à saúde e ao meio ambiente.
Pontos principais
- Uma coalizão de 17 grupos ambientais enviou comentários formais à EPA contra a aprovação de um novo composto PFAS.
- A Chemours busca autorização acelerada para utilizar o produto químico em sistemas de resfriamento de datacenters.
- Críticos acusam a empresa de subestimar riscos de toxicidade e impactos climáticos com dados imprecisos.
- A organização Earthjustice alega que a aprovação do composto violaria normas ambientais vigentes.
- O uso do material é apontado como uma fonte potencial de poluição em áreas próximas a instalações de tecnologia.
Uma coalizão composta por 17 grupos ambientais solicitou formalmente à Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) que negue a aprovação de um novo composto químico da classe PFAS, proposto pela empresa Chemours. A substância é destinada ao resfriamento de datacenters, um setor que demanda soluções térmicas cada vez mais eficientes devido à expansão da infraestrutura de tecnologia. Os ativistas argumentam que a Chemours utilizou dados científicos imprecisos para minimizar os riscos de toxicidade e os potenciais danos climáticos associados ao produto.
A organização Earthjustice, que lidera a oposição, sustenta que a autorização do composto violaria a legislação ambiental atual, alertando para o risco de contaminação em regiões próximas aos datacenters. A disputa destaca o crescente conflito entre a necessidade de infraestrutura para o setor de tecnologia e a preocupação com o impacto ambiental de novos materiais químicos.
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