Coalizão pede que EPA negue uso de PFAS em resfriamento de data centers
Grupo ambiental solicita à EPA o bloqueio de substâncias PFAS da Chemours, alegando falhas científicas sobre a segurança em data centers.
Pontos principais
- A Earthjustice lidera uma coalizão que enviou petição formal à Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA).
- O pedido visa impedir o uso de produtos químicos PFAS da Chemours em sistemas de resfriamento para data centers.
- A coalizão alega que a Chemours apresentou dados científicos imprecisos ou insuficientes para garantir a segurança dos produtos.
- O uso de PFAS enfrenta crescente escrutínio regulatório devido aos riscos à saúde humana e ao impacto ambiental persistente.
Uma coalizão liderada pela organização ambiental Earthjustice solicitou formalmente à Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) que negue a aprovação de substâncias PFAS fabricadas pela Chemours. O grupo contesta a aplicação desses produtos químicos em tecnologias de resfriamento para data centers, argumentando que a empresa não forneceu dados científicos robustos que comprovem a segurança do material. A petição destaca que as substâncias PFAS, conhecidas por sua persistência no meio ambiente e riscos à saúde, não deveriam ser integradas à infraestrutura digital sem uma avaliação rigorosa.
A decisão da EPA sobre o caso é aguardada com expectativa pelo setor de tecnologia, uma vez que o uso de PFAS tem sido alvo de crescente pressão regulatória. Caso o pedido seja aceito, a indústria de data centers poderá ser forçada a revisar suas práticas de refrigeração e buscar alternativas menos tóxicas para manter a eficiência operacional de seus servidores.
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