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Israel autoriza entrada de força internacional em Gaza

Governo israelense aprovou marco legal para missão multinacional de estabilização, conforme plano de paz proposto pelo presidente Donald Trump.

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Foto: G1 Mundo
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26/07 às 15:32 · atualizado 16:32

Pontos principais

  • O gabinete de segurança de Benjamin Netanyahu autorizou a mobilização de uma Força Internacional de Estabilização em Gaza.
  • A missão inicial contará com 200 membros de países como Uganda e Marrocos, operando em áreas fora do controle militar israelense.
  • A medida é parte central do plano de paz de Donald Trump, que visa a desmilitarização do Hamas e a transição para uma administração civil.
  • O anúncio antecede a viagem de Netanyahu a Washington para um encontro com o presidente americano na próxima terça-feira.
  • Israel mantém o controle sobre 64% do território de Gaza, enquanto o Hamas recusa a deposição de armas.

O governo de Israel aprovou formalmente a entrada de uma força de segurança multinacional em Gaza, marcando um passo significativo na implementação do plano de paz proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A decisão, confirmada por autoridades israelenses, autoriza a criação de uma Força Internacional de Estabilização composta inicialmente por 200 integrantes de nações como Uganda e Marrocos. O contingente deverá atuar em regiões do enclave que atualmente não estão sob controle direto das Forças de Defesa de Israel.

A iniciativa busca viabilizar a transição para uma administração civil palestina e a desmilitarização do Hamas, pontos fundamentais da proposta de paz apresentada pela Casa Branca em outubro. Apesar do avanço diplomático, a implementação do plano enfrenta desafios práticos, uma vez que o Hamas mantém a recusa em depor armas e Israel continua a realizar operações militares diárias, mantendo cerca de 64% do território sob sua supervisão. O anúncio ocorre em um momento estratégico, na véspera da viagem do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu a Washington, onde se reunirá com o presidente Trump para discutir o andamento das negociações e a viabilidade do Conselho de Paz internacional previsto no acordo.

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