Ricardo Nunes descarta megashows na avenida Paulista em 2026
O prefeito de São Paulo aponta entraves judiciais e burocráticos como principais motivos para o cancelamento de grandes eventos na via.
Pontos principais
- A gestão municipal pretendia ampliar de três para seis o número de eventos anuais permitidos na Avenida Paulista.
- O prefeito Ricardo Nunes afirmou que a burocracia do Ministério Público e do Judiciário inviabilizou a contratação de artistas internacionais.
- O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) necessário para a realização dos shows enfrenta impasses jurídicos prolongados.
- Nunes criticou a demora na análise de embargos de declaração, citando prejuízos ao turismo e à economia local.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, declarou que a realização de megashows na Avenida Paulista em 2026 está praticamente descartada. A iniciativa, que buscava replicar o sucesso de grandes eventos gratuitos realizados em outros centros urbanos, como o projeto na praia de Copacabana, esbarrou em entraves burocráticos e judiciais. Segundo a prefeitura, a impossibilidade de ampliar o limite de eventos anuais na via, devido a impasses no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), impediu o planejamento necessário para a contratação de artistas internacionais de grande porte.
Nunes criticou a morosidade do Judiciário e do Ministério Público na análise dos embargos de declaração sobre o acordo. Para o prefeito, a inviabilização desses eventos impacta negativamente o desenvolvimento econômico da capital paulista, prejudicando a geração de empregos, o setor de turismo e a projeção internacional da cidade.
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