Vakinha confirma vazamento de dados de usuários após invasão
Plataforma de financiamento coletivo sofreu invasão administrativa, expondo dados cadastrais de usuários, mas nega vazamento de senhas ou pagamentos.
Pontos principais
- A invasão de uma conta administrativa permitiu o acesso a nomes, CPFs, e-mails, telefones e histórico de contribuições.
- A empresa nega que senhas, dados de meios de pagamento ou informações sensíveis protegidas pela LGPD tenham sido comprometidas.
- O diretor Luiz Gheller contestou a alegação de que 18 milhões de registros foram afetados, classificando o número como inflacionado.
- A plataforma notificou as autoridades competentes e orientou que não há necessidade de ação imediata pelos usuários.
- Especialistas alertam que os dados expostos podem ser utilizados por criminosos para a prática de golpes de spear phishing.
A plataforma de financiamento coletivo Vakinha confirmou ter sofrido um incidente de segurança após uma invasão em uma conta administrativa, resultando no vazamento de dados cadastrais de seus usuários. Entre as informações expostas estão nomes, CPFs, e-mails, números de telefone e detalhes sobre saldos e contribuições realizadas na plataforma. O diretor da empresa, Luiz Gheller, afirmou que o volume de registros afetados é inferior aos 18 milhões alegados pelo invasor, embora não tenha divulgado o número exato. A companhia ressaltou que não houve comprometimento de senhas ou dados bancários e que as autoridades competentes já foram notificadas. Especialistas em cibersegurança alertam que, embora os dados financeiros estejam protegidos, a exposição de informações pessoais aumenta o risco de ataques direcionados, como o spear phishing, recomendando que usuários mantenham cautela com contatos suspeitos.
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