Mike Pompeo defende vitória total dos EUA na guerra contra o Irã
Ex-secretário de Estado afirma que conflito, que completa cinco meses, exige medidas drásticas e derrota do regime islâmico para ser encerrado.
Pontos principais
- Mike Pompeo defende que a vitória absoluta dos Estados Unidos é o único desfecho aceitável para o conflito atual.
- O ex-secretário sugere a implementação de tarifa zero e ações enérgicas como parte da estratégia militar.
- Pompeo criticou acordos anteriores com o Irã, alegando que permitiram o fortalecimento militar e nuclear do regime.
- O conflito contra o Irã, conduzido pelo Comando Central dos EUA (Centcom), completa cinco meses de duração em julho de 2026.
Durante sua participação no evento ExpertXP, em São Paulo, o ex-secretário de Estado americano Mike Pompeo defendeu uma postura de endurecimento estratégico na guerra contra o Irã. Segundo Pompeo, o conflito, que atinge a marca de cinco meses em julho de 2026, só terá um encerramento definitivo com a derrota do regime islâmico. O ex-secretário argumentou que o governo Trump deve manter o foco na vitória total, sugerindo a adoção de medidas drásticas, incluindo a implementação de tarifa zero, para garantir o sucesso das operações militares conduzidas pelo Comando Central dos EUA (Centcomumente referido como Centcom). As declarações de Pompeo ocorrem em um momento de crescente debate político nos Estados Unidos sobre as condições para a paz e os custos envolvidos na manutenção das hostilidades. O ex-secretário aproveitou a ocasião para criticar acordos diplomáticos da era Obama, classificando-os como responsáveis por permitir o avanço das capacidades militares e nucleares de Teerã. Além disso, Pompeo reforçou a necessidade de manter a pressão máxima sobre o regime iraniano, citando o descumprimento de exigências sobre o livre comércio no Estreito de Ormuz como um dos principais pontos de atrito que justificam a continuidade da ofensiva americana.
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