ISA Energia precifica ações a R$ 27 em oferta de R$ 1,2 bilhão
A companhia concluiu sua oferta primária de ações com desconto de 5,3%, visando financiar a compra de ativos da Axia Energia e novos projetos de transmissão.
Pontos principais
- O preço por ação foi fixado em R$ 27,00, representando um desconto de 5,3% sobre o fechamento anterior.
- A operação movimentou R$ 1,2 bilhão após o exercício integral do lote adicional.
- Foram emitidas 44.444.444 novas ações preferenciais para atender à demanda de investidores.
- Os recursos serão destinados ao pagamento de ativos adquiridos da Axia Energia e investimentos em melhorias.
- A oferta foi coordenada por um consórcio liderado pelo BTG Pactual, com participação de BofA, Bradesco BBI e Itaú BBA.
- As ações da companhia registraram queda superior a 5% na B3 após a precificação do follow-on.
A ISA Energia Brasil concluiu com sucesso sua oferta primária de ações, captando R$ 1,2 bilhão. O preço de emissão foi definido em R$ 27,00 por papel, valor que reflete um desconto de 5,3% em relação à cotação de fechamento do pregão anterior. A operação, que envolveu a emissão de 44,4 milhões de ações preferenciais, contou com a coordenação de um consórcio financeiro liderado pelo BTG Pactual, incluindo o Bank of America, Bradesco BBI e Itaú BBA. O volume captado superou as projeções iniciais devido à alta demanda de investidores profissionais, levando a empresa a dobrar a oferta planejada. Apesar do sucesso na captação, o mercado reagiu negativamente à precificação, com as ações da companhia (ISAE4) registrando queda superior a 5% na B3 logo após o anúncio. A reação reflete a diluição dos acionistas e o ajuste do preço ao novo patamar definido pela oferta. O montante levantado tem destino estratégico claro: a ISA Energia utilizará os recursos para quitar obrigações financeiras relacionadas à compra de ativos da Axia Energia e para acelerar o cronograma de investimentos em seus projetos de transmissão de energia. Com a conclusão da oferta, a empresa reforça sua estrutura de capital para sustentar o plano de expansão operacional no setor elétrico brasileiro.
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