Goldman Sachs reduz exposição derivativa na Oncoclínicas para 0,7%
O banco diminuiu sua fatia via derivativos de 5,55% para 0,70%, mas mantém participação direta relevante na rede de tratamento de câncer.
Pontos principais
- A exposição via contrato de 'total return swap' caiu de 62,9 milhões para 7,9 milhões de ações.
- O banco mantém uma participação direta de 4,845% na companhia por meio do fundo Josephina I.
- A movimentação foi classificada pelo Goldman Sachs como uma decisão estritamente econômica.
- O grupo reforçou que não possui intenção de alterar a gestão ou a estrutura administrativa da Oncoclínicas.
O banco Goldman Sachs comunicou ao mercado a redução de sua exposição derivativa na rede de tratamento de câncer Oncoclínicas, que passou de 5,55% para 0,70% do capital social. A movimentação envolveu a diminuição do volume de ações atreladas a contratos de 'total return swap', reduzindo a fatia de 62,9 milhões para 7,9 milhões de papéis. Apesar do desinvestimento nessa modalidade financeira, o grupo financeiro segue com presença relevante na empresa, detendo 4,845% de participação direta através do fundo Josephina I. Em comunicado oficial, a instituição esclareceu que a alteração na estrutura de capital é estritamente econômica e não visa interferir na governança, na gestão ou na administração da companhia brasileira.
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