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Venda de grama da final da Copa de 2026 gera disputa com Nova Jersey

Autoridades de Nova Jersey exigem parte dos lucros da Fifa com a venda de pedaços do gramado da final da Copa do Mundo de 2026.

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Foto: Máquina do Esporte
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22/07 às 16:03

Pontos principais

  • A Fifa comercializa pedaços do gramado da final em resina por valores entre US$ 450 e US$ 3.000.
  • A receita estimada com a venda dos itens licenciados pode superar US$ 11,2 milhões.
  • O governo de Nova Jersey investiu US$ 13,04 milhões em dinheiro público para preparar o campo do MetLife Stadium.
  • Parlamentares locais classificam a iniciativa como ilegal e cogitam buscar uma ordem judicial para impedir a comercialização.

A iniciativa da Fifa de vender pedaços do gramado da final da Copa do Mundo de 2026, instalada em resina e comercializada por valores que chegam a US$ 3.000, provocou um impasse jurídico com o estado de Nova Jersey. O governo local, que destinou US$ 13,04 milhões em verbas públicas para a adequação do MetLife Stadium, reivindica participação nos lucros da entidade, que podem ultrapassar US$ 11,2 milhões. O deputado republicano Mike Inganamort criticou a medida, classificando-a como ilegal e sugerindo que o estado recorra à justiça para interromper as vendas. Em resposta, representantes da Fifa argumentam que o acordo de licenciamento abrange apenas uma pequena parcela da grama utilizada, minimizando o impacto da operação. O conflito coloca em evidência a tensão sobre a gestão de recursos públicos em eventos esportivos globais.

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