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Guerra contra o Irã custa US$ 37,5 bilhões e Trump pede mais verbas

O Pentágono revelou que o conflito com o Irã já custou US$ 37,5 bilhões e busca aprovação de um novo pacote orçamentário de US$ 95 bilhões no Congresso.

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Foto: G1 Mundo
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21/07 às 18:16 · atualizado 22:01

Pontos principais

  • O custo acumulado das operações militares contra o Irã atingiu US$ 37,5 bilhões, superando estimativas anteriores em 29%.
  • O governo Trump solicitou ao Congresso um aporte adicional de US$ 95 bilhões para financiar as Forças Armadas e outras prioridades.
  • O secretário de Defesa, Pete Hegseth, justificou o pedido como necessário para a reposição de equipamentos de combate e suprimentos.
  • O conflito já resultou na morte de 17 militares americanos e deixou mais de 100 feridos desde o início de julho.
  • Legisladores democratas criticaram a solicitação, classificando o cenário como uma possível guerra sem fim.

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, informou que as operações militares contra o Irã já consumiram US$ 37,5 bilhões aos cofres públicos. O valor, que supera as projeções iniciais em 29%, foi divulgado em meio a uma pressão crescente do governo de Donald Trump para que o Congresso aprove um novo pacote orçamentário de US$ 95 bilhões. Segundo o Pentágono, o montante é essencial para a reposição de estoques de combustível e equipamentos de combate desgastados pelo conflito, que já contabiliza 17 militares americanos mortos e mais de 100 feridos desde julho.

A solicitação de verbas enfrenta resistência no Legislativo, onde parlamentares democratas, como a senadora Patty Murray, questionam a estratégia de longo prazo e alertam para o risco de um conflito prolongado. Além do financiamento militar, o pacote proposto pelo governo inclui auxílio a agricultores e alterações na legislação eleitoral, o que tem gerado debates sobre a viabilidade política da medida. Enquanto o governo busca garantir os recursos, a Câmara dos Representantes discute resoluções para limitar os poderes de guerra do presidente, refletindo a crescente polarização política sobre a condução das operações no Oriente Médio.

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