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Espanha vence Argentina e conquista a Copa do Mundo de 2026

Com gol de Ferran Torres na prorrogação, a Espanha garantiu o título mundial e um prêmio recorde de US$ 51 milhões da FIFA.

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Foto: Época Negócios
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20/07 às 09:15 · atualizado há 40min

Pontos principais

  • A Espanha derrotou a Argentina por 1 a 0 na final disputada no MetLife Stadium.
  • O gol do título foi marcado por Ferran Torres durante o período da prorrogação.
  • A FIFA distribuiu um montante recorde de US$ 871 milhões entre as 48 seleções participantes.
  • A seleção campeã recebeu US$ 51 milhões, enquanto a vice-campeã Argentina ficou com US$ 34 milhões.
  • O torneio foi marcado pela introdução de anéis comemorativos aos vencedores, inspirados em ligas esportivas dos EUA.
  • A competição registrou recordes de público, apesar de polêmicas envolvendo arbitragem tecnológica e intervenções políticas.
  • O Brasil encerrou sua participação na 11ª posição após ser eliminado pela Noruega nas oitavas de final.

A seleção da Espanha sagrou-se bicampeã mundial ao vencer a Argentina por 1 a 0 na final da Copa do Mundo de 2026. O confronto, decidido apenas na prorrogação com um gol de Ferran Torres, encerrou a primeira edição do torneio a contar com 48 seleções. Pela conquista, a federação espanhola receberá US$ 51 milhões da FIFA, parte de uma premiação total recorde de US$ 871 milhões distribuída entre os participantes, que incluiu valores por desempenho, custos de preparação e bônus por participação.

O evento foi marcado por inovações e controvérsias. Além da introdução de anéis comemorativos para os campeões, o torneio enfrentou intensos debates sobre o uso de tecnologias como o Sistema de Impedimento Semiautomático (SAOT) e sensores na bola oficial, que geraram anulações de gols por margens milimétricas. A logística da arbitragem de vídeo chegou a ser alterada durante as semifinais após críticas ao desempenho da central em Dallas, evidenciando a pressão sobre as decisões tecnológicas no esporte.

Financeiramente, a Copa de 2026 consolidou-se como um sucesso para a FIFA, que elevou sua projeção de receitas para o ciclo de quatro anos em US$ 2 bilhões. O sucesso comercial, impulsionado por recordes de público e novas fontes de monetização, como a venda de dados de IA e fragmentos do gramado da final, fortaleceu a posição do presidente Gianni Infantino para a reeleição em 2027. O torneio, contudo, também foi atravessado por tensões políticas, incluindo manifestações de jogadores e a intervenção do presidente americano Donald Trump em questões disciplinares da entidade.

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