Departamento de Estado dos EUA acusa ativistas de ligação com Cuba
Relatório oficial aponta que grupos e figuras da esquerda americana estariam atuando como fachada para uma campanha de subversão do governo cubano.
Pontos principais
- O Departamento de Estado dos EUA publicou um relatório de 100 páginas sobre a influência de Cuba no cenário político americano.
- O documento classifica ativistas e organizações de esquerda como 'grupos de fachada' a serviço de Havana.
- Figuras como Hasan Piker e Chris Smalls foram citadas nominalmente no texto oficial.
- O governo americano acusa Cuba de cultivar gerações de ativistas para infiltrar instituições dos EUA.
- O relatório descreve Cuba como a 'capital do comunismo do século XXI' e alega apoio a atos de terrorismo interno.
O Departamento de Estado dos EUA divulgou um relatório detalhado acusando ativistas e organizações de esquerda de atuarem como braços de subversão do governo cubano em solo americano. O documento, que soma 100 páginas, afirma que Cuba tem cultivado gerações de militantes para infiltrar instituições dos Estados Unidos, classificando o país caribenho como a 'capital do comunismo do século XXI'. Entre os citados nominalmente estão o ativista Hasan Piker e o fundador do Amazon Labor Union, Chris Smalls. A publicação marca uma escalada na retórica da administração Trump contra a influência cubana, alegando que o governo de Havana não apenas coordena campanhas de desinformação, mas também teria dado suporte a atos de terrorismo de esquerda dentro do território americano. O relatório levanta preocupações sobre a segurança nacional e a integridade do debate político interno diante de supostas operações de influência estrangeira.
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