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EUA realizam sétima noite de ataques contra alvos militares no Irã

Forças americanas mantêm ofensiva contra infraestrutura iraniana, enquanto o Irã retalia com ataques a bases no Golfo e o preço do petróleo sobe 4%.

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Foto: G1 Mundo
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17/07 às 22:45 · atualizado 18/07 às 10:02

Pontos principais

  • Estados Unidos completaram sete noites consecutivas de ataques aéreos contra alvos militares e logísticos no Irã.
  • O Irã retaliou com bombardeios a bases americanas no Kuwait, Bahrein e Jordânia, além de infraestruturas civis.
  • Explosões foram registradas nas proximidades do Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o transporte global de energia.
  • Ataques a instalações de dessalinização e energia deixaram milhares de iranianos sem acesso à água.
  • O preço do petróleo subiu mais de 4% devido à instabilidade e aos riscos ao fornecimento regional.
  • O presidente Donald Trump ameaçou ampliar a ofensiva caso os ataques iranianos persistam.
  • O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou preocupação com o impacto dos ataques a alvos civis.

As forças armadas dos Estados Unidos intensificaram sua campanha militar contra o Irã, completando nesta semana a sétima noite consecutiva de bombardeios. A operação, que visa degradar a capacidade militar e logística iraniana, provocou uma resposta imediata de Teerã, que atingiu bases americanas no Kuwait, Bahrein e Jordânia. O conflito, que agora afeta infraestruturas civis críticas, como sistemas de dessalinização, elevou a tensão geopolítica no Oriente Médio a um ponto crítico sob a administração do presidente Donald Trump.

A escalada das hostilidades gerou reflexos imediatos nos mercados globais, com o preço do petróleo registrando uma alta superior a 4%. A instabilidade nas proximidades do Estreito de Ormuz, rota vital para o escoamento de energia, preocupa a comunidade internacional quanto à segurança do suprimento global. Enquanto o governo iraniano ameaça uma ofensiva em larga escala caso os ataques americanos continuem, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para os riscos humanitários decorrentes dos danos a infraestruturas essenciais para a população civil na região.

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