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Recompra de ações na B3 cresce 22,8% e soma R$ 11,1 bilhões em 2026

O volume de recompras de ações por empresas listadas na bolsa brasileira subiu significativamente, com R$ 65,4 bilhões ainda autorizados para uso.

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Foto: InfoMoney
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17/07 às 05:45

Pontos principais

  • O montante de R$ 11,1 bilhões representa um aumento de 22,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
  • Apenas no mês de junho, as companhias listadas na B3 realizaram recompras totalizando R$ 3,2 bilhões.
  • Atualmente, 92 empresas possuem programas de recompra aprovados, mas ainda não executados, que somam R$ 65,4 bilhões.
  • O setor de Utilities lidera o volume de recompras pendentes, concentrando 31,2% do total autorizado.
  • Analistas do Itaú BBA apontam Hapvida, Prio, Axia Energia, Localiza e TIM como empresas com alto potencial de recompra.

O mercado de capitais brasileiro registrou uma aceleração expressiva nas operações de recompra de ações em 2026, atingindo a marca de R$ 11,1 bilhões no acumulado do ano. Esse movimento reflete uma estratégia recorrente de alocação de capital por parte das companhias listadas na B3, que buscam sinalizar confiança aos investidores ou ajustar suas estruturas de capital. Embora o volume executado tenha crescido 22,8% em relação ao ano passado, o potencial para novas operações permanece elevado, com R$ 65,4 bilhões em programas já autorizados por 92 empresas, mas ainda não efetivados no mercado. É importante ressaltar que a aprovação de um programa de recompra não impõe obrigatoriedade de execução, permitindo que as companhias avaliem o timing e as condições de preço mais favoráveis. O setor de Utilities destaca-se como o maior detentor desses programas pendentes, concentrando quase um terço do volume total disponível.

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