Pauline Hanson critica fim da política 'Austrália Branca' em entrevista
A líder do partido One Nation defendeu políticas migratórias restritivas e apontou sua filha como sucessora política durante podcast no Reino Unido.
Pontos principais
- Pauline Hanson lamentou o encerramento da política 'Austrália Branca' em entrevista ao ativista Tommy Robinson.
- A parlamentar australiana afirmou que sua filha, Lee Hanson, é o futuro do partido One Nation.
- Hanson reiterou alegações sem provas sobre a influência da lei sharia e fraudes em programas sociais por comunidades muçulmanas.
- A líder política cumpre agenda de conferências e compromissos pessoais no Reino Unido.
A líder do partido australiano One Nation, Pauline Hanson, gerou controvérsia ao criticar o fim da política 'Austrália Branca' durante uma entrevista ao ativista britânico Tommy Robinson, no Reino Unido. Durante a conversa, Hanson defendeu a adoção de políticas migratórias mais restritivas e aproveitou a oportunidade para promover a trajetória política de sua filha, Lee Hanson, apontando-a como a sucessora natural para a liderança do partido. Além das declarações sobre imigração, a parlamentar repetiu alegações infundadas sobre a disseminação da lei sharia e supostas fraudes em sistemas de assistência social por parte de comunidades muçulmanas. A visita de Hanson ao território britânico, que inclui uma série de conferências, tem atraído críticas devido ao teor das pautas defendidas pela parlamentar, que é conhecida por sua retórica nacionalista e anti-imigração na Austrália.
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