Camil e Romi reportam queda no lucro em balanços trimestrais
Empresas brasileiras do setor industrial e de alimentos enfrentam desafios operacionais e margens pressionadas nos resultados mais recentes.
Pontos principais
- O lucro líquido da Camil caiu 57,6% no primeiro trimestre do ano fiscal de 2026, somando R$ 28 milhões.
- A receita líquida da Camil manteve estabilidade, enquanto sua alavancagem subiu para 4,7 vezes a relação dívida líquida/Ebitda.
- A Romi registrou lucro de R$ 13,9 milhões no segundo trimestre de 2026, uma retração de 15% na comparação anual.
- O desempenho da Romi foi sustentado pela divisão de máquinas, apesar da queda na margem bruta para 23,5%.
As companhias Camil e Romi divulgaram resultados trimestrais marcados por quedas no lucro líquido, refletindo um cenário de pressão operacional e desafios financeiros. A Camil, que reportou lucro de R$ 28 milhões no primeiro trimestre do ano fiscal de 2026, viu seu Ebitda recuar 9,9% e sua alavancagem atingir 4,7 vezes a dívida líquida sobre o Ebitda, embora tenha registrado ganhos de eficiência que elevaram sua margem bruta. Paralelamente, a Romi apresentou lucro de R$ 13,9 milhões no segundo trimestre de 2026, com uma queda anual de 15%. O desempenho da fabricante de máquinas foi heterogêneo, com o segmento de máquinas impulsionando a receita, enquanto a atividade em fundidos e usinados sofreu retração. Ambas as empresas demonstram cautela na alocação de capital e na gestão de margens em um ambiente de mercado que exige maior rigor operacional para sustentar a rentabilidade.
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