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Redes sociais direcionaram 5,7 milhões de acessos a sites de deepfakes

Estudo revela que YouTube e X foram os principais responsáveis por enviar tráfego para plataformas de criação de conteúdo sexual não consensual.

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14/07 às 21:02

Pontos principais

  • O levantamento monitorou o tráfego entre dezembro de 2025 e março de 2026.
  • O YouTube liderou o envio de acessos, totalizando 1,82 milhão de visitas.
  • A rede social X contribuiu com 1,3 milhão de acessos aos sites de nudify.
  • Serviços de deepfakes sexuais operam com custos a partir de US$ 1 por imagem.
  • O estudo aponta a facilitação do acesso a abusos sexuais por meio de IA via redes sociais.

Um estudo recente revelou que as principais redes sociais atuaram como vetores significativos para a disseminação de sites de deepfakes sexuais não consensuais. Entre dezembro de 2025 e março de 2026, mais de 5,7 milhões de visitas foram originadas a partir dessas plataformas. O YouTube foi identificado como a maior fonte de tráfego, com 1,82 milhão de acessos, seguido pela rede social X, que contabilizou 1,3 milhão. Esses sites, que utilizam inteligência artificial para gerar imagens íntimas sem consentimento, oferecem o serviço a preços acessíveis, a partir de US$ 1 por unidade. A relevância desses dados reside no papel crítico que as plataformas de tecnologia desempenham na facilitação do acesso a conteúdos de abuso sexual, levantando preocupações sobre as políticas de moderação e o impacto da IA na segurança digital e na privacidade dos usuários.

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