Influenciadores virtuais superam humanos em campanhas de apelo racional
Estudo da FGV aponta que influenciadores virtuais são mais eficazes em conteúdos técnicos, enquanto humanos mantêm vantagem na conexão emocional.
Pontos principais
- O mercado global de influenciadores virtuais tem projeção de atingir US$ 100 bilhões até 2033.
- Pesquisa de Marcos Facó, CMO da FGV, utilizou a Teoria da Credibilidade da Fonte para comparar o desempenho de perfis humanos e digitais.
- Influenciadores virtuais, como a 'Gê da FGV', demonstraram maior eficácia em mensagens focadas em dados e informações técnicas.
- A experiência humana permanece superior em campanhas que exigem confiabilidade e apelo emocional do público.
- A escolha entre os dois modelos deve ser estratégica, variando conforme o objetivo da comunicação da marca.
Uma pesquisa conduzida por Marcos Facó, CMO da FGV, revelou que a eficácia de influenciadores virtuais em estratégias de marketing depende diretamente da natureza da mensagem. O estudo, que utilizou a Teoria da Credibilidade da Fonte, demonstrou que personagens digitais superam humanos quando o foco é o apelo racional e a transmissão de dados técnicos. Por outro lado, a figura humana mantém uma vantagem competitiva significativa em conteúdos que demandam maior carga emocional e percepção de confiabilidade por parte do consumidor. Com o mercado global de influenciadores virtuais projetado para alcançar US$ 100 bilhões até 2033, a conclusão do estudo destaca que a decisão entre utilizar avatares ou pessoas reais deve ser pautada por uma análise estratégica dos objetivos de comunicação, equilibrando expertise técnica e conexão humana.
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