Eventos climáticos ameaçam 35% dos ativos físicos de empresas no Brasil
Levantamento aponta que fenômenos extremos colocam em risco a continuidade operacional e a estabilidade financeira de grandes companhias brasileiras.
Pontos principais
- Estudo da plataforma C-More analisou mais de 10 mil empresas brasileiras.
- Enchentes, secas e ondas de calor são os principais fatores de risco para ativos físicos.
- A exposição climática compromete a cadeia de suprimentos e a operação das organizações.
- Especialistas recomendam a integração de riscos climáticos na gestão estratégica corporativa.
Um levantamento realizado pela plataforma C-More revelou que 35% dos ativos físicos de grandes empresas brasileiras estão sob alto risco devido a eventos climáticos extremos. A análise, que considerou uma base de dados com mais de 10 mil companhias, destaca que fenômenos como enchentes, secas prolongadas e ondas de calor severas impactam diretamente a continuidade operacional e a resiliência das cadeias de suprimentos. A exposição a esses eventos gera desafios significativos, abrangendo riscos financeiros, operacionais e fiscais tanto para o setor privado quanto para o poder público. Diante desse cenário, especialistas defendem que as organizações devem evoluir da fase de conscientização para a implementação de uma gestão ativa de vulnerabilidades. A recomendação é que o risco climático seja incorporado de forma definitiva à gestão estratégica e ao processo de tomada de decisão corporativa para mitigar perdas futuras.
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