BlackRock atinge recorde de US$ 15,3 trilhões em ativos sob gestão
A gestora reportou lucro de US$ 1,9 bilhão no segundo trimestre de 2026, superando expectativas com forte captação em ETFs e mercados privados.
Pontos principais
- O lucro líquido da BlackRock cresceu 20% no segundo trimestre de 2026, atingindo US$ 1,914 bilhão.
- Os ativos sob gestão alcançaram a marca histórica de US$ 15,345 trilhões.
- A receita total da companhia somou US$ 7,084 bilhões, superando as projeções do mercado.
- O segmento de ETFs foi o principal motor de captação, contribuindo com US$ 178 bilhões no período.
- A empresa elevou seu plano de recompra de ações para US$ 2 bilhões em 2026.
- O lucro por ação ajustado foi de US$ 13,91, acima da estimativa de US$ 12,70 da FactSet.
- O CEO Laurence Fink destacou a expansão em mercados privados e soluções de inteligência artificial como pilares estratégicos.
A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, apresentou resultados robustos no segundo trimestre de 2026, consolidando seu crescimento em um cenário global marcado por desafios macroeconômicos e tensões geopolíticas. A empresa reportou um lucro líquido de US$ 1,914 bilhão, um avanço de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, superando as expectativas dos analistas. O volume de ativos sob gestão atingiu o patamar recorde de US$ 15,345 trilhões, um montante que equivale a cerca de metade do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, evidenciando a escala e a influência da gestora no sistema financeiro global.
O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelo segmento de ETFs, que registrou entradas líquidas de US$ 178 bilhões, totalizando US$ 191,7 bilhões em novos aportes no trimestre. Segundo o CEO Laurence Fink, o crescimento contínuo da gestora é sustentado pela diversificação em mercados privados e pela integração de soluções de inteligência artificial em suas operações. Em resposta aos resultados sólidos e à confiança na performance futura, a BlackRock anunciou a ampliação de seu programa de recompra de ações para US$ 2 bilhões em 2026, reforçando o compromisso com a geração de valor aos acionistas mesmo diante de um ambiente de juros elevados e inflação persistente.
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