Santander projeta crescimento de FIIs híbridos no Brasil
Analista do Santander aponta que fundos imobiliários híbridos devem atingir patrimônios de até R$ 30 bilhões devido à flexibilidade de alocação.
Pontos principais
- Fundos imobiliários híbridos ganham destaque pela capacidade de adaptação a diferentes ciclos econômicos.
- A diversificação entre setores como logística e varejo é considerada uma vantagem competitiva relevante.
- Estimativas do Santander indicam o surgimento de fundos com patrimônio entre R$ 15 bilhões e R$ 30 bilhões.
- Fundos temáticos continuam como opção para investidores focados em setores específicos.
O mercado de fundos imobiliários (FIIs) no Brasil deve passar por uma transformação nos próximos anos, com o protagonismo dos fundos híbridos. Segundo o analista Flávio Pires, do Santander, a flexibilidade desses veículos em transitar por diferentes segmentos, como logística e varejo, permite uma navegação mais eficiente frente às oscilações dos ciclos econômicos. A projeção é que essa versatilidade possibilite a criação de fundos com patrimônio líquido entre R$ 15 bilhões e R$ 30 bilhões. As declarações foram feitas durante o programa Liga de FIIs, do portal InfoMoney. Embora os fundos híbridos ganhem tração como tendência de mercado, o analista ressalta que os fundos temáticos manterão sua relevância para investidores que buscam exposição direta e específica a determinados setores da economia, garantindo a coexistência de diferentes estratégias no portfólio dos investidores brasileiros.
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